Na última quinta-feira (5/11), três integrantes de uma organização criminosa dedicada ao furto de caminhonetes foram capturados no Distrito Federal. O grupo tinha como alvo principal os modelos Toyota Hilux e SW4, que eram levados para pátios onde aguardavam a adulteração antes de serem revendidos de forma ilegal ou utilizados em transações com drogas.
Operação Rota 060 em ação
A Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (CORPATRI) revelou que a quadrilha é responsável por pelo menos 11 furtos de veículos na região. Após os roubos, os carros eram clonados com novas placas e chassi, sendo posteriormente transferidos para outros estados brasileiros.
Prisões e estrutura da organização
As prisões foram realizadas durante a segunda fase da Operação Rota 060, que já havia apreendido outros membros do grupo anteriormente. Os últimos detidos foram localizados em áreas como a Vila Telebrasília e o Sol Nascente. A investigação, que ocorreu entre julho de 2025 e agosto de 2026, revelou uma estrutura hierárquica bem definida, com divisão de funções que remete a uma empresa criminosa.
Em outubro, a polícia havia prendido o casal Anderson Rodrigues e Andresa Tayna, que liderava a operação. O delegado Fabio Souza identificou Anderson como o responsável técnico pelos furtos, capaz de abrir e dar ignição aos veículos. Para proteger Andresa, ele a encarregou de locar carros usados nas ações.
Responsabilidade e consequências legais
A polícia conseguiu identificar todos os membros da quadrilha e solicitou mandados de prisão preventiva. No total, os envolvidos são acusados de crimes como organização criminosa, furto qualificado e adulteração de sinal identificador de veículos, com penas que variam de 3 a 10 anos de reclusão.
Com o avanço da Operação Rota 060, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) reafirma seu compromisso em combater crimes patrimoniais e garantir a responsabilização dos criminosos envolvidos nas atividades ilícitas de furto e adulteração de veículos.






