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Lutador é preso após agredir mulher em elevador e invadir apartamentos

Após invasões a residências, Lucas Portela foi detido por tentativa de feminicídio e outros crimes no Rio de Janeiro.

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Lutador que socou mulher em elevador invadiu apartamento e agrediu moradora

Um lutador de jiu-jítsu, identificado como Lucas Portela Fontana Gomes, de 32 anos, foi preso após uma série de agressões em um condomínio na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. O incidente, que ocorreu na quinta-feira (5/11), deixou uma mulher hospitalizada e gerou pânico entre os moradores do prédio.

Invasões e agressões em sequência

Lucas começou sua onda de violência invadindo dois apartamentos. A primeira moradora, ao perceber a situação, conseguiu fugir com sua família pelas escadas. Em seguida, ele agrediu uma mulher de 65 anos dentro de seu apartamento, que resultou em sua internação. A terceira vítima, que estava no elevador, sofreu um ataque brutal, sendo espancada e estrangulada por vários minutos, o que deixou o espaço coberto de sangue.

Ação policial e prisão

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) foi acionada na manhã seguinte, em resposta a denúncias de agressão e invasão de domicílio. O clima de terror começou na residência de Lucas, onde gritos e ameaças alertaram os vizinhos. Ele chegou a afirmar que iria “matar todos do prédio”.

Os agentes da 18ª DP (Praça da Bandeira) realizaram diligências, ouviram testemunhas e analisaram as imagens de segurança. Com base nas evidências, foi solicitado um mandado de prisão temporária, que foi concedido e cumprido nas primeiras horas da manhã de sexta-feira (6/11).

Consequências legais

Lucas Portela foi autuado por tentativa de feminicídio, lesão corporal, ameaça, invasão de domicílio e resistência à prisão. Após a formalização do processo, ele foi transferido para o Presídio de Benfica, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto as investigações continuam.

Conclusão

O caso ressalta a importância da rápida resposta das autoridades em situações de violência doméstica e invasões, e a necessidade de proteção às vítimas. A comunidade permanece em estado de choque após os acontecimentos, que evidenciam os riscos enfrentados em ambientes residenciais.

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