Na última sexta-feira (6), um imigrante venezuelano foi detido pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos após declarar sua intenção de assassinar o presidente Donald Trump. A prisão ocorreu nas proximidades da Casa Branca, em Washington, D.C., e foi confirmada pelo Departamento de Segurança Interna.
Motivo da prisão e detalhes da abordagem
O indivíduo, identificado como Ronny Yordrix Guanipa Chrinos, foi abordado na noite de quinta-feira (5) quando agentes perceberam comportamentos suspeitos em um veículo estacionado nas imediações da sede do governo americano. Durante a abordagem, Chrinos relatou ouvir vozes que o instruíam a viajar a Washington para executar o plano de ataque.
Armas e irregularidades encontradas
Durante a inspeção do carro, as autoridades encontraram três armas de fogo, incluindo um fuzil, além de uma quantidade significativa de munição. Além disso, foi verificado que o veículo estava registrado como roubado e que Chrinos se encontrava em situação migratória irregular nos Estados Unidos.
Acusações enfrentadas pelo detido
O imigrante enfrenta diversas acusações, incluindo porte de fuzil fora de residência, transporte ilegal de armas e posse de armamento não registrado. Ele também é acusado de porte de pistola sem licença, posse de armas perigosas, uso indevido de veículo e receptação de bens roubados. Ao todo, são nove acusações distintas relacionadas a armas e à sua situação migratória.
Medidas de detenção e procedimentos
O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) solicitou que Chrinos permaneça preso enquanto os trâmites migratórios são realizados. O pedido foi encaminhado ao U.S. Marshals Service, que é o responsável pela custódia do detido. Essa situação levanta preocupações sobre a segurança e a vigilância em torno da Casa Branca, especialmente em tempos de tensão política.






