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Policial militar é preso após tiroteio que resultou em morte e feridos

Bruno Cardoso disparou contra passageiros de van, deixando uma mulher morta e quatro feridos, incluindo sua esposa.

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Policial que matou mulher em van na Asa Sul atirou na cabeça de outro PM

Um policial militar de 27 anos, identificado como Bruno Cardoso dos Passos, foi detido no último domingo (8/11) em Brasília, após um tiroteio em uma van que deixou uma mulher morta e outras quatro pessoas feridas. O incidente ocorreu na Asa Sul, nas proximidades de um posto de combustíveis, onde o militar disparou 15 vezes.

O tiroteio e suas consequências

Durante a madrugada, a van, que transportava 16 pessoas que retornavam de uma festa de aniversário, teve um pneu furado, levando o motorista a parar no posto. O clima se agravou quando a esposa de Bruno se irritou ao vê-lo interagindo com algumas mulheres que estavam no local. Após um desentendimento entre o casal, Bruno passou a ameaçar Alessandra da Silva Oliveira Andrade, de 26 anos, uma amiga de sua esposa, afirmando que a mataria. Ele também ameaçou sua própria esposa.

Desdobramentos do ataque

Após cerca de 30 minutos de sono durante o trajeto, Bruno acordou alterado, alegando que os passageiros estavam falando sobre ele. Ele, então, ameaçou a todos na van. Quando o motorista parou para abastecer, alguns passageiros saíram do veículo, e foi nesse momento que Bruno começou a atirar, continuando a disparar até esgotar a munição. Alessandra foi atingida e não sobreviveu, enquanto quatro pessoas, incluindo a esposa do policial, ficaram feridas.

Ação da polícia e estado de saúde das vítimas

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confiscou a arma usada no crime e também o celular de Bruno. O policial, em depoimento, alegou que “não se lembra de nada” sobre o ocorrido. O outro policial que foi atingido na cabeça durante o tiroteio precisou passar por uma cirurgia que, segundo os médicos, foi bem-sucedida, mas seu estado continua grave, e ele permanece internado na UTI Neuro.

Nota da Polícia Militar

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) emitiu uma nota lamentando o episódio e ressaltou que a motivação do crime está sendo investigada. A corporação também reafirmou que não tolera comportamentos desse tipo e que todas as medidas legais, tanto administrativas quanto disciplinares, serão tomadas. A PMDF expressou solidariedade às famílias das vítimas e desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Diante desse trágico acontecimento, a comunidade permanece em choque, refletindo sobre a necessidade urgente de discutir a segurança e a conduta de agentes da lei.

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