Uma equipe de 16 pesquisadores realizou uma intensa expedição de 19 dias na serra do Aracá, localizada nas montanhas da Amazônia. Divididos em um sistema de rodízio, os cientistas trabalharam em duas bases distintas, uma no platô principal do maciço, a 1.260 m de altitude, e outra em uma elevação erodida conhecida como Aracazinho, a 850 m de altura. O acesso a essas áreas remotas foi facilitado por um helicóptero Black Hawk do Exército, partindo de uma base em Barcelos (AM), situada a 220 km da serra.
Suporte militar fundamental
A expedição não ocorreu sem desafios logísticos. Para garantir o sucesso da pesquisa, 17 militares estiveram em campo, oferecendo suporte essencial aos cientistas. Eles auxiliaram nos deslocamentos e na abertura de trilhas, além de cuidar da montagem dos acampamentos e do transporte de suprimentos. No total, mais de cinco toneladas de carga foram transportadas, incluindo barracas, camas de campanha, além de alimentos e água.
Importância da pesquisa
A diversidade biológica da serra do Aracá é um dos focos principais da pesquisa. Os cientistas buscam entender melhor a fauna e flora da região, que abriga ecossistemas únicos. A colaboração entre pesquisadores e militares não só garantiu a segurança do grupo, mas também possibilitou a coleta de dados valiosos sobre a biodiversidade local.
Conclusão
A expedição à serra do Aracá representa um esforço significativo para explorar e entender a rica biodiversidade da Amazônia. Com o apoio logístico do Exército, os pesquisadores esperam contribuir para a conservação e o conhecimento científico da região.






